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O uso de casca de salgueiro para fins medicinais é conhecido há milhares de anos; Hipócrates escreveu no século V a.c. sobre o uso de um pó extraído da casca do salgueiro que poderia aliviar dores e reduzir a febre.

Há séculos que a casca de salgueiro é utilizada na China e na Europa, e continua ainda hoje a ser utilizada para o alívio de dores, nomeadamente as dores lombares e as dores de cabeça, as dores provocadas pela osteoporose, pelas tendinites e pelas bursites, entre outras.

A casca do salgueiro branco contém salicina, que é um produto similar ao ácido acetilsalicílico das aspirinas. Pensa-se que é este poderoso anti-inflamatório o responsável pelo alívio das dores; com efeito, em 1800 estudiosos conseguiram isolar este ácido e, por processos químicos, transformá-lo no que hoje se conhece como ácido acetilsalicílico, o princípio activo das aspirinas.

Embora a acção anti-dor da casca de salgueiro seja mais lenta que a da aspirina, é no entanto mais duradoura.

O Salgueiro tem várias espécies, originárias da Europa, da Ásia e da América do Norte; são da família das Salicaceae, tem folhas caducas e chegam a atingir 4 metros de altura; algumas das espécies mais conhecidas são, o salgueiro-branco (Salix Alba), o salgueiro negro (Salix Nigra), o salgueiro frágil (Salix fragilis), o salgueiro de casca roxa (Salix Purpurea); na Europa e nos Estados Unidos a mistura mais vendida é a que inclui as cascas de salgueiro branco, de salgueiro roxo e de salgueiro frágil.

Algumas espécies de Salgueiros

Salgueiro Frágil (ou Vimeiro Francês), Salgueiro Europeu, Salgueiro Púrpura, Salgueiro Nigra, Salgueiro Chorão (Salix Babylonica), Salgueiro Branco, Salgueiro Orelhudo, Salgueiro Coyote, entre outras.

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