Equinácea

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Uma das ervas mais populares nos E.U.A. é a planta medicinal dos nativos americanos chamada Equinácea (espécie botânica pertencente à família das Asteráceas, constituída por nove espécies: Echinacea Angustifolia, Echinacea Atrorubens, Echinacea Laevigata, Echinacea Palida, Echinacea Paradoxa, Echinacea Purpurea, Echinacea Sanguínea, Echinacea Simulata, Echinacea Tennesseensis).

A Equinácea, originária da América do Norte, é entre nós uma planta de decoração muito popular.

As suas flores são de um intenso vermelho-púrpura e os ramos crescem em torno de um cone alto.

As flores aparecem no Verão e no Outono.

A forte raiz é afilada, em forma de cilindro, levemente espiralada e a casca é fina.

Tem um leve aroma.

A raiz da Equinácea possui um gosto intrigante (entre o amargo e o inebriante), deixando uma sensação de formigamento (comichão) na boca.

Esta planta era utilizada pelos índios norte americanos na cura de feridas, no tratamento de enfermidades infecciosas, furúnculos, abcessos e queimaduras.

Os primeiros colonos, que chegaram à América, logo a adoptaram como remédio para gripes e infecções.

Os primeiros resultados das investigações sobre os efeitos desta planta medicinal, surgiram na Europa em meados do séc. XX.

A Equinácea é hoje em dia um remédio popular no fortalecimento das defesas do sistema imunitário e bastante eficaz no auxílio ao tratamento de infecções.

Resultados de escavações arqueológicas indicam que os indígenas americanos terão usado a Equinácea durante mais de 400 anos, para tratarem infecções e feridas e como um “cura-tudo” geral.

Ao longo da história, as pessoas têm usado a Equinácea para tratar a escarlatina, a sífilis, a malária, o envenenamento do sangue e a difteria.

Embora esta erva fosse muito popular durante os séculos XVIII e XIX, o seu uso começou a declinar nos Estados Unidos após a introdução dos antibióticos.

As preparações à base de Equinácea tornaram-se cada vez mais populares na Alemanha ao longo do século XX.

Na verdade, a maioria das pesquisas científicas sobre a Equinácea têm sido realizadas na Alemanha.

Hoje, as pessoas usam a Equinácea para reduzir a duração da constipação comum, da gripe e atenuar os seus sintomas, tais como dores de garganta (faringite), tosse e febre.

Muitos ervanários recomendam também a Equinácea para ajudar a impulsionar o sistema imunológico e auxiliar o organismo a combater infecções.

A Equinácea é uma planta perene, nativa da região centro-oeste da América do Norte.

Tem hastes altas, flores rosa ou roxas e um cone central que normalmente é roxo ou marrom.

O cone é realmente uma grande cabeça com sementes e espinhos afiados, que lembram um pente duro.

 O que a constitui:

A Equinácea contém diversos produtos químicos que desempenham um papel importantíssimo nos seus efeitos terapêuticos.

Estes incluem polissacarídeos, glicoproteínas, alcamidas, flavonóides, ácido cafeico, ácido chicórico, polialcanos, tusselagina, acetato de bornil, borneol, cariofileno, cinarina, equinacosídeo e isotussilagina.

Os químicos contidos na raiz diferem consideravelmente dos que se encontram na parte superior da planta.

Por exemplo, as raízes têm uma alta concentração de óleos voláteis (compostos odoríferos), enquanto a parte aérea da planta tende a conter mais polissacarídeos (substâncias conhecidas como deflectores da actividade do sistema imunológico).

A combinação destas substâncias é responsável pelos efeitos benéficos da Equinácea, embora a pesquisa sugira que a porção acima do solo da Equinácea Purpurea seja a mais eficaz.

Na Alemanha (onde as ervas são reguladas pelo governo), a parte aérea da Equinácea Purpurea são aprovadas para tratar constipações comuns, infecções do tracto respiratório, infecções do tracto urinário, feridas e cicatrização lenta.

A raiz da Equinácea Palida é também aprovada para o tratamento de infecções gripais.

 Nomes alternativos:

Echinacea Angustifolia, Echinacea Atrorubens, Echinacea Laevigata, Echinacea Palida, Echinacea Paradoxa, Echinacea Purpurea, Echinacea Sanguínea, Echinacea Simulata, Echinacea Tennesseensis.

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