Timbó do Mato

Foto Batata #4
Tomilho

O timbó do mato (erythrina piscidia ou piscidia piscipula) tem sido usado como um remédio tradicional para o tratamento da dor dos nervos, enxaquecas, insónia, ansiedade, medo e tensão nervosa. Já em 1844, cientistas ocidentais descobriram que o timbó do mato tinha propriedades que aliviavam a dor e provocavam transpiração. Mais estudos científicos recentes mostraram também que os extractos da casca desta planta têm efeitos antiinflamatórios, sedativos e antiespasmódicos (ajuda a aliviar os espasmos do músculo liso no sistema digestivo) em animais.

No entanto, esta planta é potencialmente tóxica. Tem sido usada em toda a América Central e do Sul como um veneno para peixes. Esta erva contém também uma substância conhecida como a rotenona que tem sido usada em insecticidas no controlo de piolhos, pulgas e larvas. Crê-se que a rotenona não é tóxica para os animais de sangue quente, incluindo as pessoas (quando tomada por via oral). Devido ao perigo potencial do timbó do mato, não deve usá-lo sem a supervisão de um médico.

Descrição da planta:

O timbó do mato é originário da América Central, da Flórida e das Índias Ocidentais, e actualmente também pode ser encontrado no Texas, no México e na região norte da América do Sul. As vagens características da planta suportam quatro asas longitudinais. A casca é amarela ou castanha acinzentada na superfície exterior, e de cor mais clara ou branca na superfície interna. O sabor distintamente acre e amargo do timbó do mato provoca uma sensação de ardor na boca, e a casca exala um odor desagradável.

Nomes alternativos:

Erythrina piscidia; piscipula piscidia; guaratimbó.

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