Ervas que estimulam a glândula pituitária

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A glândula pituitária, ou hipófise, desempenha um papel importante na regulação da sua sexualidade e fertilidade. Ela sintetiza e libera uma gama de hormônios que comunicam sinais de seu cérebro para seu corpo. O tempo e a doença podem quebrar esta comunicação. Remédios à base de plantas podem estimular a glândula pituitária e inverter o declínio hormonal. Eles podem, no entanto, também causar efeitos colaterais. Fale com um médico antes de ingerir ervas medicinais.

Astrágalo

O astrágalo, Astragalus membranaceus, é uma erva importante na medicina tradicional chinesa. Curandeiros antigos usaram esta planta para tratar uma gama de doenças. Os mecanismos subjacentes a esses efeitos permanecem desconhecidos, mas sabe-se que contém uma grande quantidade de flavonoides. Uma investigação analisou o impacto destas substâncias sobre a produção do hormônio do crescimento e há evidências de que o astrágalo aumenta a produção de hormônio do crescimento em ratos em relação aos grupos de controle. Os extratos não causam toxicidade.

Artemísia

A artemísia, Artemisia monosperma, contém muitas substâncias com efeitos medicinais. Mas médicos do Oriente Médio relataram que pode ter efeitos abortivos. Por isso suspeita-se que esta erva afete o sistema endócrino. Um estudo testou essa hipótese em animais de laboratório. Ratas grávidas receberam infusões noturnas da erva ou placebo durante três dias. As que receberam extratos de artemísia tiveram aumento dos níveis de oxitocina circulante e também apresentaram um atraso no processo de nascimento, mas nem a mãe ou o feto apresentava efeitos nocivos da erva.

Lodhra

A lodhra, Symplocos racemosa, cresce naturalmente na Índia, onde é usada para curar feridas e tratar distúrbios menstruais. As propriedades curativas desta planta provavelmente envolvem hormônios liberados pela glândula pituitária. Um estudo avaliou o impacto da Symplocos sobre os hormônios hipofisários de ratos jovens. Roedores receberam os extratos de Lodhra ou um placebo durante uma única sessão de testes. Em relação ao placebo, o suplemento de Lodhra aumentava o hormônio folículo-estimulante e o hormônio luteinizante. Ratos que receberam Lodhra não mostraram efeitos secundários relacionados com o tratamento.

Cardo-leiteiro/cardo-mariano

As culturas tradicionais usam o cardo-leiteiro, ou cardo-mariano, Silybum marianum, tanto como uma medicina como um alimento. De acordo com um estudo, esta planta desencadeia a produção de leite materno. O hormônio prolactina, produzido pela glândula pituitária, provavelmente faz a mediação desses resultados, uma vez que desempenha um papel crítico na amamentação. Outro estudo testou o efeito de extratos de cardo-mariano na prolactina em roedores do sexo feminino. Os investigadores deram aos roedores doses diárias do cardo-mariano ou um placebo durante duas semanas. A erva, em relação ao placebo, revelou aumento dos níveis do hormônio, sem causar efeitos adversos. Os efeitos eram dependentes da dose, assim, quantidades maiores de cardo-mariano faziam com que houvesse maior libertação de prolactina.

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