O que é a desnutrição?

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A desnutrição é uma condição comum e prejudicial que deve ser abordada de forma rápida e abrangente. Nutricionistas estão trabalhando duro para melhorar a velocidade e precisão do diagnóstico e das intervenções nutricionais para os casos de desnutrição na área da saúde. A desnutrição é um estado físico de nutrição desequilibrada. Essa nutrição desequilibrada pode significar desnutrição ou supernutrição. Quando as pessoas pensam em desnutrição, costumam retratá-la como causada por uma falta de calorias, proteínas ou outros nutrientes. Isso ocorre com frequência em áreas do mundo sem acesso adequado a alimentos e água potável.

Já a supernutrição está relacionada a comer muitas calorias. Alguém pode ser obeso e desnutrido ao mesmo tempo. Uma pessoa pode estar consumindo o suficiente ou muitas calorias, mas não comer alimentos adequadamente nutritivos, como frutas, legumes, grãos integrais, proteínas magras, feijões, laticínios de baixo teor de gordura, nozes e sementes. Isso pode resultar em deficiências de vitaminas, minerais ou de proteína. Nos Estados Unidos, é comumente visto esse paradoxo com o excesso de peso, o que ocorre principalmente em situação de insegurança alimentar e áreas empobrecidas.

A desnutrição clínica é quando um paciente de hospital torna-se desnutrido. E as estimativas indicam que de 15% a 60% dos adultos hospitalizados ficam nessa condição. Há muitas razões para que um paciente no hospital não esteja recebendo uma nutrição suficiente. Por exemplo, o seu corpo necessita de mais nutrientes do que o habitual ou não é capaz de absorver os nutrientes que ingere. Alguns pacientes hospitalizados precisam receber alimentação através de um tubo inserido em seu estômago ou mesmo nutrição intravenosa, em que o trato digestivo é ignorado completamente.

É importante que a desnutrição seja diagnosticada em tempo hábil. Quando um paciente hospitalar torna-se desnutrido, seu tratamento médico e sua recuperação são afetados. Pesquisas mostram que a desnutrição aumenta o risco de morte, o tempo de permanência hospitalar e os custos com os cuidados de saúde. É necessário que os hospitais façam um rastreio de desnutrição dentro de 24 horas após a admissão do paciente.

Os nutricionistas devem fazer recomendações e trabalhar com a equipe de cuidados de saúde para ajudar os pacientes a receberem a nutrição que precisam. A desnutrição deve ser avaliada utilizando a ingestão diária recomendada (IDR), o histórico de peso, ingestão alimentar, taxas detectadas pelos exames de laboratório e um exame físico. Um exame físico focado na nutrição envolve a verificação de gordura corporal e perda de massa muscular, acúmulo de líquido e força de preensão manual.

A desnutrição também pode ser o resultado de um transtorno alimentar, falência de órgãos, infecção grave ou trauma físico, como um ferimento na cabeça. A desnutrição ocorre com frequência na população idosa, especialmente naqueles com demência ou doença de Alzheimer. Aproximadamente 14% dos idosos que residem em lar de idosos e mais de 50% dos pacientes de clínicas de reabilitação estão desnutridos.

A perda dos dentes e outros problemas dentários, perda de apetite e declínio funcional são fatores que contribuem para a desnutrição entre adultos mais velhos.

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