O que provoca as descargas de adrenalina?

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Visão geral

A adrenalina é uma das substâncias químicas do estresse mais importantes do corpo. É secretada pelas glândulas suprarrenais, que estão localizadas acima dos rins. Esse hormônio também desempenha um papel fundamental como neurotransmissor, facilitando a comunicação entre células cerebrais, neurônios e outras células.

Uma descarga de adrenalina, ou pico de adrenalina, é uma súbita e aumentada produção de adrenalina pelas glândulas suprarrenais e sua liberação excessiva no organismo. Provoca um aumento da frequência cardíaca e da respiração. Os picos de adrenalina podem ser respostas saudáveis ​​às ameaças reais ao bem-estar ou sintomas de uma doença mental subjacente. Em casos raros, uma descarga de adrenalina pode ser um sintoma de um tumor maligno no cérebro ou nas glândulas adrenais, de acordo com David Goldstein no livro “Adrenalina e o Mundo Interno”.

Ameaça física

A causa mais comum de uma descarga de adrenalina é uma ameaça física. Quando uma ameaça está presente no ambiente, o corpo prepara a pessoa para uma resposta de luta ou fuga. De acordo com Goldstein, essa resposta envolve o envio de grandes quantidades de hormônios do estresse, incluindo adrenalina, na corrente sanguínea. Isso leva ao aumento do fluxo sanguíneo para os músculos e para o cérebro, o que ajuda a pessoa a eliminar a ameaça ou escapar dela. Algumas condições assemelham-se a ameaças físicas suficientemente boas para criar uma resposta similar de luta ou fuga. Essas incluem exercícios físicos extremos e ameaças e abusos verbais.

Transtorno do estresse pós-traumático

As pessoas que experimentam um trauma, que pode ser a perda súbita de um familiar próximo, um acidente, um ataque violento ou uma guerra, são propensas a desenvolver transtorno do estresse pós-traumático.

De acordo com Joseph LeDoux, neurocientista da Universidade de Nova York e um dos organizadores do livro “Transtorno do estresse pós-traumático”, quando uma pessoa atravessa um trauma, sua resposta de luta ou fuga aparece. A adrenalina e outros hormônios do estresse correm pelo corpo. Nos indivíduos com transtorno do estresse pós-traumático a adrenalina não chega ao fim, podendo continuar por anos. A pessoa pode não sentir a descarga química tão fortemente mais tarde, mas a secreção das substâncias químicas do estresse continua a ser elevada e pode causar doenças cardiovasculares.

Separações

As separações podem causar descargas de adrenalina, especialmente em pessoas que não desejavam que o relacionamento terminasse ou que não viam que o fim estava próximo. Durante um rompimento ruim, o cérebro e o corpo entram em um estresse extremo. O nível de serotonina, responsável por fazer as pessoas sentirem-se bem, cai e os níveis de hormônios do estresse, como cortisol, adrenalina e noradrenalina, aumentam radicalmente.

Um dos motivos de as separações serem tão fisicamente poderosas gira em torno de nosso conceito de nós mesmos. Quando as pessoas estão apaixonadas ou realmente gostam de alguém de maneira romântica, elas, de forma inconsciente, autodefinem-se parcialmente em termos de sua ideia sobre a outra pessoa, relata uma equipe de pesquisa na edição de fevereiro de 2010 de “Personality and Social Psychology Bulletin”. Após uma separação, as pessoas ficam tristes não só pela perda de experiências futuras com a outra pessoa, mas também pela perda das pessoas que eram antes da separação.

Síndrome do pânico

A sídrome do pânico é um transtorno de ansiedade que consiste em liberações rápidas de altas doses de substâncias químicas do estresse. Isso pode dar origem à tensão, a um sentimento de estar preso e à extrema ansiedade.

De acordo com Stanley Rachman e Padmal De Silva, autores de “Síndrome do pânico: os fatos”, a síndrome do pânico difere de outros transtornos de ansiedade, como transtorno de ansiedade generalizada e transtorno obsessivo-compulsivo, que também são caracterizados por níveis elevados de substâncias químicas de estresse. Na síndrome do pânico, altos níveis de adrenalina são segregados da glândula adrenal, em um padrão imprevisível. Como níveis muito elevados de adrenalina podem enfraquecer o músculo cardíaco e até mesmo levar a ataques cardíacos, a síndrome do pânico é particularmente preocupante para pessoas com risco de desenvolver doenças cardiovasculares.

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