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O pilriteiro (Crataegus Espécies), é uma árvore celebrada por poetas e romancistas sob os mais diversos nomes.

Estas árvores, que podem atingir uma idade de 500 anos, são ainda, apesar dos seus espinhos e da dureza da sua madeira, o símbolo da delicadeza e da mais subtil beleza.

Era da sua madeira, dura como o ferro, que outrora se faziam os cepos para os suplícios.

Os seus frutos – os pilritos – foram alimento para os homens da Pré-História, como o comprovam os vestígios de caroços encontrados nas ruínas de cidades lacustres.

Recentemente, médicos americanos puseram em evidência a sua poderosa acção para resolver problemas de índole cardíaca e de cariz respiratório.

Este género botânico possui várias espécies, todas próprias das regiões temperadas, que apresentam um lenho muito duro e são de crescimento lento.

Tradicionalmente, as bagas são usadas para tratar problemas cardíacos (batimento cardíaco irregular no peito; dor de pressão arterial; endurecimento das artérias; e insuficiência cardíaca).

Hoje, as folhas e flores são utilizadas medicinalmente mas não existem boas evidências de que pilriteiro possa tratar a moderada insuficiência cardíaca leve.

Um relatório apresentado com base num estudo feito em animais e em estudos laboratoriais, relata que o pilriteiro contém antioxidantes, incluindo procyandins oligoméricas (OPC, também encontrado em uvas) e quercetina.

Os antioxidantes são substâncias que eliminam os radicais livres (os radicais livres são produzidos pelas células durante o processo de combustão do oxigénio utilizado para converter os nutrientes dos alimentos absorvidos, podendo danificar as células sadias do nosso corpo, alterar o ADN – composto orgânico cujas moléculas contêm as instruções genéticas que coordenam o desenvolvimento e funcionamento de todos os seres vivos e alguns vírus – e até mesmo causar a morte celular).

Os radicais livres ocorrem naturalmente no corpo, mas as toxinas ambientais (incluindo os raios ultravioletas do sol, a radiação, o fumo de cigarro e a poluição do ar), também dão origem a essas partículas prejudiciais.

Muitos cientistas acreditam que os radicais livres contribuem para o processo de envelhecimento (como rugas), bem como para o desenvolvimento de uma série de problemas de saúde, incluindo cancro e doenças cardíacas.

Os antioxidantes encontrados no pilriteiro podem ajudar a impedir alguns dos danos dos radicais livres, especialmente quando se tratam de doenças cardíacas.

DESCRIÇÃO DA PLANTA

O pilriteiro é uma árvore espinhosa comum, da família rosaceae, que cresce até 5 metros de altura em encostas, em áreas arborizadas e ensolaradas, em todo o mundo.

Floresce geralmente no mês de Maio e as minúsculas flores brancas são formadas por 5 pétalas.

Os frutos, de um vermelho vivo, adquirem a maturação no final do Outono.

Distinguem-se duas fases de maturação dos frutos.

A primeira por alturas do Verão de São Martinho.

O suave calor do Verão tardio acentua-lhes a cor vermelho-viva.

A segunda fase dá-se em Dezembro e é considerada a maturidade doce.

Na verdade os frutos são muito saborosos.

A sua cor vermelho-viva alcança então a plenitude com a influência benéfica da lua cheia, que incide com maior intensidade sobre a Terra nessa época do ano.

O seu valor nutritivo e curativo, atinge neste estádio os níveis mais elevados, como se pode confirmar pelo aumento de vitalidade e do efeito cardiotónico.

As folhas são compridas e obovadas (em forma de ovo invertido), com 3 a 7 lobos, apresentando uma tonalidade verde-escura brilhante na página superior, sendo claras e baças na página inferior.

As flores são brancas róseas, reunidas em corimbos e os frutos (pilritos) são globosos (bagas em forma de globo) ou ovóides (bagas em forma de ovo) de cor vermelha brilhante ou de cor castanho-avermelhada.

As folhas mantêm a cor e a vitalidade durante 5 dias.

Os frutos maduros são muito sensíveis e, passados 2 a 3 dias, depois de colhidos, começam a perder o tom vermelho-vivo acabando por escurecer, sinal de oxidação.

Nesse caso têm de se inutilizar porque podem provocar intoxicações.

Devem tomar-se, após a colheita, para um melhor aproveitamento das suas virtudes intrínsecas.

Nomes alternativos:

Crataegus Laevigata, Monogyna Crataegus, Crataegus Oxyacantha, Hedgethorn.

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