Relação entre vitaminas e doenças arteriais

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A doença arterial pode restringir o fluxo sanguíneo normal e prejudicar a função da artéria e é uma causa comum de circulação fraca. As pessoas com uma ingestão dietética relativamente alta de compostos antioxidantes – incluindo algumas vitaminas – como parte de uma dieta saudável contendo frutas, vegetais e grãos integrais, podem estar em menor risco de desenvolver doenças nas artérias cardíacas. Além disso, estão sendo investigadas grandes doses suplementares de vitaminas B, como ácido fólico e niacina, para tratar a circulação deficiente e melhorar a função arterial e o fluxo sanguíneo. No entanto, grandes doses de vitaminas só devem ser tomadas sob supervisão médica.

Causas da má circulação

A acumulação de placa gordurosa e degenerativa nas paredes das artérias pode levar ao estreitamento da artéria e a um tipo de doença arterial chamada aterosclerose – uma das causas mais comuns de má circulação. A aterosclerose nas artérias do coração pode levar a um ataque cardíaco. Nas artérias carótidas do pescoço, que alimentam o cérebro, pode levar a doença cerebrovascular e acidente vascular cerebral (AVC). A doença arterial periférica provoca baixa circulação em áreas diferentes do coração e do cérebro. Diabetes e anormalidades no metabolismo da gordura e do açúcar são fatores de risco para a aterosclerose. Um mecanismo aparente para a doença arterial é chamado de estresse oxidativo. Envolve a formação de compostos, como radicais livres e gorduras oxidadas, nas paredes das artérias.

Vitaminas antioxidantes

As vitaminas C e E, bem como alfa e betacaroteno, são vitaminas antioxidantes que podem ajudar a reduzir o estresse oxidativo nas paredes das artérias. Estudos clínicos sobre os efeitos do uso suplementar de vitaminas antioxidantes sobre a doença arterial mostraram resultados mistos, no entanto. Por exemplo, a suplementação diária com 272 IU de vitamina E, mais 500 mg de vitamina C de liberação lenta, por 6 anos, mostrou retardar o desenvolvimento de placas nas artérias carótidas, de acordo com um estudo. Outra pesquisa descobriu que suplementar a dieta com 800 IU de vitamina E mais 1.000 mg de vitamina C diariamente, durante 6 meses, não melhorou a função arterial em pessoas com aterosclerose. Complementar a dieta com vitaminas antioxidantes não mostrou um claro benefício para reduzir o risco de morte por ataque cardíaco e acidente vascular cerebral, nesse caso.

Ácido fólico

A doença das artérias pode produzir uma perda de flexibilidade da artéria e uma capacidade reduzida de expansão ou dilatação, com aumentos no fluxo sanguíneo. Estudos experimentais realizados com tecidos cultivados fora do corpo indicam que o ácido fólico aumenta a produção de óxido nítrico – um composto que ajuda as artérias a dilatarem – em resposta ao aumento do fluxo sanguíneo. O ácido fólico também pode ajudar a diminuir o estresse oxidativo do tecido da artéria associada à aterosclerose. Uma outra análise descobriu que doses muito elevadas, de 5 a 10 g de ácido fólico/dia, durante pelo menos 4 semanas, podem melhorar a função de dilatação da artéria.

Niacina

As doses relativamente altas de niacina, ou vitamina B3, também estão sendo investigadas para o tratamento da doença arterial. Um estudo informou que 2 g de niacina diariamente, por 12 meses, reduziram a formação de placas nas artérias carótidas de pessoas que também estavam tomando drogas estatinas. Em pessoas com diabetes tipo 2 que também estavam tomando drogas de estatina, 1,5 g de niacina/dia, por 3 meses, melhorou a função de dilatação da artéria do pulso.

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